como editar um pdf no iphone
Como editar e converter PDF no iPhone
Seu iPhone já faz com PDF mais do que quase todo mundo imagina — e para seco nas quatro coisas de que as pessoas mais precisam. Saber onde fica a linha evita instalar qualquer coisa.
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O que o iOS já faz, de graça e sem aplicativo
O app Arquivos é um editor de PDF competente e quase ninguém o usa assim. Abra um PDF ali, toque no ícone Marcação (a ponta de caneta dentro de um círculo) e aparece uma faixa de miniaturas das páginas na lateral. Mantenha o dedo sobre qualquer miniatura e o iOS oferece Girar para a Esquerda, Girar para a Direita, Apagar, Inserir Página em Branco, Digitalizar Páginas e Inserir de Arquivo. Isso já cobre reordenar, remover e acrescentar páginas sem baixar nada.
A Marcação em si dá conta da anotação: caneta, marca-texto, caixas de texto e uma assinatura que você desenha uma vez e reaproveita. Toque no + dentro da Marcação, escolha Assinatura e ela vai para onde você soltar na página.
Duas outras coisas valem saber. Selecione várias fotos no app Arquivos, toque no menu ⋯ e escolha Criar PDF — é um conversor de imagem para PDF escondido dentro de um gerenciador de arquivos. E quase tudo que pode ser impresso vira PDF: toque em Compartilhar, depois Imprimir, e afaste dois dedos sobre a página de pré-visualização. A pré-visualização vira um PDF que você pode salvar ou enviar.
- Anotar e assinar
- Arquivos → abra o PDF → Marcação. A assinatura fica salva e é reutilizável.
- Girar, apagar e reordenar páginas
- Marcação → mantenha o dedo sobre a miniatura de uma página.
- Fotos dentro de um PDF
- Arquivos → selecione as imagens → ⋯ → Criar PDF.
- Digitalizar papel
- Notas → ícone da câmera → Digitalizar Documentos. Ou Arquivos → ⋯ → Digitalizar Documentos.
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O que ele simplesmente não faz
Não existe conversão para Word ou Excel em lugar nenhum do iOS. Não existe controle de compressão — você não tem como pedir ao iOS que deixe um arquivo abaixo de um tamanho. Não existe OCR que produza um PDF pesquisável; o Texto ao Vivo deixa você copiar palavras de uma imagem na tela, mas o arquivo salvo continua sendo uma foto. E não existe forma de dividir um PDF em vários arquivos separados.
Essas quatro lacunas são, não por acaso, exatamente aquilo para o qual a App Store está cheia de aplicativos pagos. A maioria pede assinatura mensal, e a maioria envia seu arquivo para um servidor para fazer o trabalho.
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O navegador faz o resto, no próprio celular
Tudo dessa lista roda no Safari sem instalar nada. Abra a ferramenta, escolha o arquivo em Arquivos, Fotos ou iCloud Drive, e a conversão acontece no seu celular. Nada é enviado, o que num celular vale em dobro — não gasta seu pacote de dados, e um holerite ou a digitalização de um passaporte não sai do aparelho.
A observação prática para o iOS: use o seletor de arquivos em vez de tentar arrastar. Tocar na área de soltar abre o painel padrão do iOS, e Explorar chega a qualquer coisa em Arquivos, inclusive iCloud Drive, Google Drive e Dropbox se você os tiver conectados.
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Coloque na tela de início — esta é a parte que vale a pena
O Safari consegue instalar um site como algo que parece e abre como aplicativo: ícone próprio, sem barra de endereço e — como as ferramentas já estão em cache no celular — funcionando sem nenhum sinal.
Leva uns dez segundos:
- 1. Abra pdf-love.com no Safari
- Precisa ser o Safari para esse item de menu aparecer. O Chrome para iOS tem o equivalente no próprio menu de compartilhamento.
- 2. Toque no botão Compartilhar
- O quadrado com a seta saindo por cima, na barra inferior da tela. No iPad ele fica no canto superior direito.
- 3. Role e toque em Adicionar à Tela de Início
- Fica abaixo da fileira de aplicativos, na lista com Adicionar aos Favoritos e Buscar na Página.
- 4. Toque em Adicionar
- Renomeie antes, se quiser. O ícone vai para a tela de início como o de qualquer aplicativo.
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Por que a versão na tela de início é melhor que um favorito
Aberto pela tela de início, o site ocupa a tela inteira sem a moldura do navegador, então uma tela de celular recupera toda a sua altura. Ele guarda o próprio estado em vez de dividir espaço com uma pilha de abas do Safari. E abre quando você está sem internet — no avião, no metrô, num prédio sem sinal — porque as páginas e os motores de conversão foram guardados em cache na primeira vez que você as carregou.
Uma ressalva que vale a honestidade: o iOS limpa os dados guardados de sites que você não abre há um tempo. Abrir de vez em quando basta para mantê-lo, e um ícone na tela de início torna isso muito mais provável do que um favorito enterrado em três pastas.